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quarta-feira, 16 de setembro de 2026

Taxiway de Londrina volta à pauta, mas quem vai pagar a conta?



    Mudança de controle do aeroporto reabre negociação para uma obra estimada em R$ 70 milhões. Projeto já foi desenvolvido, mas taxiway não faz parte das obrigações atuais da concessão e ainda não possui fonte de recursos definida.

    A construção de uma nova taxiway paralela à pista do Aeroporto Governador José Richa voltou ao centro das discussões em Londrina após a entrada do grupo mexicano ASUR na administração dos aeroportos anteriormente controlados pela Motiva.

    A Prefeitura pretende apresentar novamente a demanda à administradora e buscar uma solução para uma obra que há anos aparece entre as principais reivindicações relacionadas à infraestrutura aeroportuária da cidade.

    Mas existe uma questão central que precisa ser compreendida: a taxiway ainda não é uma obra contratada, não existe cronograma para sua construção e, principalmente, ainda não está definido quem pagará a conta.


 O que está sendo proposto?


"Taxiways que foram decomissionadas com a ampliação do Aeroporto de Londrina"

    A proposta consiste na implantação de uma taxiway aproximadamente paralela à RWY 13/31, permitindo que as aeronaves utilizem uma via própria para circulação em vez de permanecerem na pista de pousos e decolagens durante determinadas etapas do taxiamento.

    Operacionalmente, uma estrutura desse tipo pode reduzir o tempo de ocupação da pista, conhecido como Runway Occupancy Time, facilitar a sequência entre chegadas e partidas e diminuir a necessidade de backtrack, situação em que uma aeronave utiliza a própria pista para se deslocar até o ponto de saída ou de decolagem.

    Isso não significa que o Aeroporto de Londrina não possua pistas de táxi atualmente. O projeto discutido é de uma nova estrutura paralela, destinada a ampliar a capacidade e a eficiência do sistema de movimentação no solo.

    Os projetos foram entregues à Prefeitura em março de 2026 após doação realizada pela Pado, por iniciativa do empresário Alfons Gardemann. O trabalho foi desenvolvido pela MSE Engenharia com participação técnica de servidores municipais e apoio da então concessionária Motiva. Segundo a Prefeitura, a estrutura terá aproximadamente 2 km de extensão e cerca de 50 mil m² de área pavimentada.

    O escopo inclui estudos geométricos, terraplenagem, drenagem, pavimentação, sinalização horizontal e vertical, balizamento luminoso e instalações elétricas. A MSE classifica publicamente o trabalho como desenvolvimento dos "Projetos Básicos" da nova taxiway, embora comunicados da Prefeitura e matérias locais também tenham utilizado a expressão "projeto executivo".


 Quanto custaria?

    As estimativas mudaram conforme os estudos avançaram.

    Em novembro de 2025, quando o projeto ainda estava em elaboração, valores entre R$ 20 milhões e R$ 40 milhões eram mencionados pela Prefeitura. Em março de 2026, após a apresentação dos projetos, o investimento previsto já era de aproximadamente R$ 70 milhões.

    Esse valor hoje é utilizado como principal referência nas discussões sobre a obra.

    O problema é que a construção da taxiway não foi incluída entre as obrigações previstas no contrato de concessão do Aeroporto de Londrina.

    A mudança da Motiva para a ASUR também não modificou essa situação.

    Em 1º de setembro de 2026, a Motiva concluiu a venda de 100% de sua plataforma aeroportuária ao Grupo Aeroportuario del Sureste, ASUR. Com a transação, a ASUR passou a controlar a holding responsável pelos ativos aeroportuários, incluindo Londrina. Não houve, portanto, uma nova concessão ou um novo contrato específico para o aeroporto londrinense. Houve mudança no controle da empresa que administra a concessão existente.

    A própria ASUR informou que acompanha as discussões e vem fornecendo dados e apoio técnico, mas também reforçou que a nova taxiway não integra as obrigações contratuais atuais.



A discussão chegou à Justiça

    A questão é mais antiga que a atual concessão.

    Em 2016, ainda durante a administração da Infraero, Município e governo federal estabeleceram tratativas relacionadas à ampliação da infraestrutura aeroportuária. A Prefeitura posteriormente realizou desapropriações de áreas no entorno do sítio aeroportuário, mas parte das intervenções esperadas não avançou antes da concessão do aeroporto à iniciativa privada.

    Quando o aeroporto foi concedido em 2021, a construção da nova taxiway não entrou como obrigação da concessionária.

    Em dezembro de 2024, o Município levou a discussão à Justiça Federal por meio da Ação Civil Pública nº 5024081-82.2024.4.04.7001.

    Uma audiência de conciliação realizada em 6 de agosto de 2026 revelou um ponto especialmente importante para compreender a situação atual.


"Termo de Audiência - Parte 1"

    Durante a audiência, a ANAC afirmou que a área desapropriada pelo Município possui importância para a segurança operacional por ampliar a margem lateral desobstruída da pista, mas observou que essa área vai além dos mínimos exigidos atualmente.

"Termo de Audiência - Parte 2"

    Sobre a taxiway paralela, a Agência apresentou uma avaliação ainda mais relevante.

    Segundo a ANAC, utilizando uma projeção considerada bastante agressiva de crescimento das operações, a pista paralela de taxiamento somente seria tecnicamente necessária por volta de 2030. Em projeções mais próximas dos índices de crescimento efetivamente observados, essa necessidade poderia ocorrer apenas por volta de 2050.

Isso não significa que a obra seja desnecessária.

    Significa que, segundo a avaliação apresentada pela ANAC naquele processo, o volume operacional atual do aeroporto ainda não tornou a taxiway uma infraestrutura obrigatória.


Londrina quer se antecipar à necessidade

    A resposta do Município durante a audiência ajuda a entender por que a Prefeitura continua defendendo a construção.

    Londrina reconheceu como satisfatórias as informações técnicas apresentadas pelos órgãos federais, mas argumentou que a intenção sempre foi preparar o aeroporto antecipadamente para o crescimento futuro, em vez de esperar que a demanda alcance um ponto crítico para somente então iniciar uma obra dessa dimensão.

    O Município propôs, como tentativa de composição, que ao menos a pista adicional de taxiamento fosse construída em prazo mais próximo.

    É justamente nesse ponto que aparece a pergunta de aproximadamente R$ 70 milhões.

    A ANAC ponderou que a inclusão de uma obra não prevista na concessão poderia exigir reequilíbrio econômico-financeiro do contrato, inclusive com possibilidade de reflexos nas tarifas cobradas dos usuários.

    A Motiva, ainda responsável pela administração naquele momento, adotou posição semelhante, afirmando que despesas adicionais não previstas contratualmente deveriam estar acompanhadas do correspondente reequilíbrio. O Município, então, sugeriu que fossem analisadas outras formas de custeio.

    Ao término da audiência, as partes concordaram em avaliar a proposta municipal de construção da taxiway em prazo mais curto e eventuais outras alternativas de composição. Não houve, porém, decisão determinando a execução da obra.


Governo Federal, Estado ou concessionária?

    Hoje, os principais caminhos discutidos passam pela obtenção de recursos do Governo Federal, participação do Governo do Paraná ou inclusão do investimento na concessão mediante algum mecanismo contratual e financeiro.

    Em março, o próprio prefeito Tiago Amaral já havia declarado que essas três possibilidades estavam sendo avaliadas.

    A chegada da ASUR criou uma nova oportunidade de negociação porque coloca do outro lado da mesa um grupo cuja atividade principal é justamente a administração aeroportuária. Entretanto, juridicamente, a troca de controlador não transfere automaticamente para a ASUR uma obrigação que não existia no contrato anterior.

    A Prefeitura informou em setembro que pretende reunir-se com a empresa para apresentar novamente as prioridades de Londrina e buscar alternativas para viabilizar o investimento.


Projeto existe. A obra ainda não

    A nova taxiway representa uma melhoria relevante para o Aeroporto de Londrina e pode proporcionar maior eficiência ao sistema de pistas, principalmente caso o número de movimentos cresça nos próximos anos.

    Mas é necessário separar expectativa de realidade.

    O projeto técnico existe. A área necessária foi objeto de desapropriações. A demanda é defendida pela Prefeitura e por entidades locais. Existe uma ação judicial em andamento e a proposta já foi formalmente discutida com ANAC, União, Ministério de Portos e Aeroportos e concessionária.

    O que ainda não existe é a definição de quem financiará aproximadamente R$ 70 milhões, qual será o instrumento jurídico utilizado, quem contratará a execução e quando a construção poderá efetivamente começar.

    A entrada da ASUR pode representar uma nova etapa da negociação, mas não significa que a taxiway esteja garantida.

    Depois de anos discutindo onde a pista deverá ser construída e desenvolvendo o projeto para viabilizá-la, Londrina chegou agora à pergunta mais objetiva de todas:

quem vai pagar a conta?

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Passagem por Maringá

Recentemente estive em Maringá e pude registrar os tráfegos que passaram por lá. já peço desculpas adiantadas pela qualidade das imagens pois o Sol contra dificultou bastante atingir uma qualidade aceitável nas fotos. Registrei um tráfego militar em treinamento, um T-25 da Academia da Força Aérea, alguns tráfegos comerciais, um Boeing 737-700 e um ATR 72-600 da Azul, também da aviação Excecutiva e de Instrução.
T-25 taxiando até o ponto de espera da cabeceira 10
T-25 decolando
ATR 72-600, matrícula PR-AQP
Sceneca V taxiando até a cabeceira da 10
Cessna de Instrução, taxiando até o ponto de espera da 10
Cessna 560 XL taxiando até o ponto de espera
PR-VRS do Aeroclube de Maringá retornando do treinamento
Boeing 737-700 acabando de pousar, livrou na "Bravo"
Boeing 737-700, matrícula PR-GII
Utilizou External Air Supply para dar a partida nos motores
Torre de Controle de Maringá

domingo, 16 de setembro de 2012

Registro de Voo: Pedro Borges

O contribuidor Pedro Borges realizou um voo para a cidade de Foz do Iguaçu com conexão em Curitiba, registrando todo o percurso. Com destino final, o Aeroporto Internacional de Foz do Iguaçu/Cataratas nosso leitor partiu do Aeroporto Governador José Richa para embarcar em um voo da TAM realizando uma conexão no Aeroporto Internacional Afonso Pena.

Abaixo seguem as imagens do voo:

Boeing 737-700 da GOL

Balizamento do A320

No ponto de parada.

A319 no ponto de espera da Taxiway Alpha

Adentrando na pista 13.

Boeing 737-700 taxiando em direção ao pátio.

Colocando os calços.

Helicóptero da Polícia Rodoviária Federal taxiando.

Agusta AW109 taxiando em direção aos hangares.

Hora de embarcar no A320 da TAM.

Chegando mais perto.

Boeing 737-800 Smiles da GOL

Parado em Curitiba, o GOL com pintura comemorativa.

Já em Foz do Iguaçu.

Cauda do A320.

A maravilhosa refeição servida aos passageiros.


É isso aí! Mais uma vez obrigado ao leitor e contribuidor Pedro Borges por nos proporcionar estas belíssimas imagens. Queria aproveitar e me desculpar pela diminuição das frequências de postagens no blog, realmente estou sem tempo e fazendo o possível para atualizado regularmente.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

GOL demonstra interesse de implantar o procedimento RNP em Londrina

Já está em fase avançada de estudos, o procedimento RNP (Performance de Navegação Requerida - Autorização Requerida) para sua implantação no Brasil. Esta manobra de aproximação apresenta inúmeras vantagens entre elas estão a diminuição do consumo de combustível, do ruído nos centros urbanos, um maior conforto aos passageiros e baixo custo de implantação.

Por ser uma aproximação de certa precisão feita via GPS, depende apenas (falando a grosso modo) de aeronaves homologadas e tripulação treinada. A diminuição de ruído é devido a um "slope" (rampa de descida) preciso com a aeronave voando em potência "idle" (marcha lenta), sem ter a necessidade de dar potência durante a maior parte do percurso.

"Para que possa fazer uso da nova tecnologia, a aeronave tem de ser capaz de voar com precisão de desvio de apenas 0,10 milhas da trajetoria publicada de aproximação sendo totalmente controlada pelo piloto automático que a leva até um ponto já na reta final curta a aproximadamente 250 pés de altitude quando a tripulação assume o controle manual e completa o pouso".

Em Londrina, os mínimos operacionais por instrumentos são de 700 pés para pouso na pista 13 e 400 pés para pouso na cabeceira 31. Portanto, por não necessitar de instrumentos em solo as companhias aéreas autorizadas poderão operar abaixo desses mínimos.

A GOL uma das principais interessadas neste projeto pretende implantar em Londrina e Navegantes. No entanto já foram feitos testes no Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro.

Fonte: Contato Radar

terça-feira, 1 de maio de 2012

Fotos Históricas.

Todos sabemos que é difícil encontrar fotos históricas relacionadas ao Aeroporto Governador José Richa. No intuito de preservar e divulgar tal história estarei divulgando, assim que possível, fotos de como era e passou a ser o atual terminal de passageiros.

Uma das primeiras modificações no prédio:

Antes.

Depois.

Atual.

A construção do estacionamento, que este ano encontrará em reforma para ampliar sua capacidade:




Com o passar do tempo estarei publicando mais fotos, tais como a construção na nova (atual) Torre de controle e reformas no terminal.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Muita chuva na manhã de Sábado

Estive no período matutino no Aeroporto Governador José Richa para conferir a movimentação e os pernoites. Ao total são três aeronaves, um E-190 da TRIP, um E-195 da Azul e um Boeing 737-800 da GOL.

Na madrugada de Sábado, era visto por toda a cidade vários relâmpagos. Ao chegarmos no Aeroporto a chuva começou a cair. Densa e com ventos fortes não parecia que iria cessar tão cedo. Foi anunciado pela Infraero: "A Infraero informa: por razões meteorológicas este aeroporto encontra-se fechado para as operações de pouso e decolagem". Pois é, uma coisa é certa: caso já tivéssemos o "tar de LS" o aeroporto estaria operando normalmente. Mas como está já no cronograma de obras a ser cumpridas (caso não atrase), a instalação do ILS Categoria I será feito até 2015.

Azul com o GPU conectado.

A chuva não dava trégua.

O TRIP parqueado e embarcando os passageiros pela dianteira.

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Movimento mês de Março.

A Infraero liberou hoje os dados estatísticos do movimento de passageiros do mês de Março.  Mais uma vez, em relação ao mesmo mês do ano passado, o Aeroporto de Londrina registrou um crescimento e bateu mais uma vez o recorde de movimentação no mesmo período. Já está acumulado - caso não haja crescimento nos demais meses - um total de 1.016.412 passageiros até o fim de 2012. 

O crescimento médio do trimestre foi de 28,465% em relação aos três primeiros meses do ano passado. Com a possível introdução de mais dois voos (os quais já foram requisitados sendo um deles já aprovado) é bem provável que este crescimento não venha a cair.


quinta-feira, 29 de março de 2012

Como ficou a pista após a reforma.

Segundo o site do Departamento de Controle do Espaço Aéreo, o AISWEB, a pista do Aeroporto Governador José Richa terá sua reforma finalizada até o dia 1º de Abril. Após sete meses de Aeroporto fechado entre as 00H00 e as 06H00, foram implantadas melhorias tais como recape e pintura da pista de pouso e decolagem, além da instalação do Grooving dispositivo que melhora a frenagem das aeronaves na drenagem da água pluvial por meio de ranhuras transversais ao eixo da pista.

Abaixo, vocês poderão acompanhar toda a reforma que foi feita neste primeiro processo. Além da pista, foram recapeadas as taxiways "Charlie", "Delta" e a "Echo". A taxiway "Alpha" foi excluída por ser de concreto assim como a área das cabeceiras. O espaço delimitado de instalação do grooving foi de 1980m X 39 m, ou seja aproximadamente 80% de toda pista. Não foi contemplado o aumento da resistência do pavimento, mesmo assim é possível receber aeronaves de maior porte se só for levado em consideração esse detalhe.




domingo, 18 de março de 2012

Desapropriações começarão em Abril.

A desapropriação dos terrenos localizados no entorno sul do Aeroporto Governador José Richa terá início no próximo mês. Pelo menos é o que espera o responsável pela comissão de avaliação dos imóveis e economista do Instituto de Desenvolvimento de Londrina (Codel), Rubens Bento. 

Ele confirmou que o Estado liberou, no ano passado, a primeira parcela da verba que será utilizada para comprar as áreas. No entanto, de acordo com Bento, os R$ 9,7 milhões ainda não foram utilizados. "Só vamos conseguir ter acesso aos recursos após comprovarmos ao governo que a situação já foi legalizada na Justiça Federal", explicou. 

A primeira audiência, para começar a concretizar a questão, foi marcada para o dia 9 de abril. "Serão atendidos de cinco a dez proprietários de terrenos por audiência. Caso não haja nenhum empecilho, a Justiça já emite o comprovante de posse e fica tudo certo", garantiu. 

Questionado sobre o que pode acontecer caso o dono de área não fique satisfeito com a proposta da prefeitura, Rubens Bento disse acreditar que isso não vai acontecer. "Já discutimos a questão com os proprietários antes e todos pareceram aceitar a situação. Se por acaso houver descontentamento, a emissão de posse será feita do mesmo jeito e o valor do lote depositado em juízo", argumentou. 

Pelo menos 40 terrenos serão desapropriados neste primeiro momento. São lotes localizados nas proximidades da avenida Salgado Filho. A iniciativa é necessária para que a Infraero faça a ampliação da pista do aeroporto e a instalação do ILS, o instrumento que facilita o piloto na hora de pousar o avião em condições adversas de tempo. 

O investimento total ultrapassa os R$ 70 milhões. Além da pista ampliada e do ILS, o Aeroporto de Londrina vai passar a contar com novo cercamento, uma estação meteorológica e um novo terminal de cargas. Até agora, a Infraero colocou em prática apenas uma das diversas melhorias: o recape asfáltico da pista principal. Foram utilizados R$ 7 milhões para a realização dos serviços. 

Já o Governo do Estado se comprometeu a liberar R$ 27,5 milhões para a desapropriação de todos os lotes necessários para a realização das obras. Até agora, R$ 9,7 milhões foram liberados.

Se tudo der certo, a partir de Abril as desapropriações começarão.


Fonte: O Bonde

sábado, 17 de março de 2012

Movimento mês de Fevereiro.

Mais uma excelente notícia. Saiu os dados estatísticos da Infraero sobre o movimento mensal do Aeroporto Governador José Richa, Londrina. O Aeroporto quebrou mais um recorde como vocês podem observar na tabela abaixo. Para fins de projeção, estimamos que o acumulado do ano já gira em torno de 1.000.320 milhão de passageiros se caso nenhum mês do ano apresente crescimento em relação ao ano passado.


segunda-feira, 12 de março de 2012

TRIP, a empresa que mais opera em Londrina.

Com o maior número de voos em Londrina, a TRIP Linhas Aéreas é a companhia mais presente no  Governador José Richa. E, por este motivo, não podemos deixá-la de lado. Ao todo são dez partidas de nosso aeroporto, que só dele dá para voar até onze cidades direto e escalas, sem contar as inúmeras conexões para o restante do Brasil que a TRIP nos oferece que, desde que começou a operar aqui, sempre acreditou no potencial e na demanda da cidade e região.

As duas aeronaves mais comuns da empresa por aqui, E-190 e ATR 72-500.

Só com o ATR, são operadas cinco rotas a partir de Londrina.

quarta-feira, 7 de março de 2012

Torre de Controle será modernizada.

A Torre de Controle de Londrina passará por uma modernização que está incluso em um dos quatro lotes em processo de Licitação da Infraero. Com um prazo de 270 dias para conclusão dos trabalhos, o investimento será na ordem do 2,9 milhões de reais.

Esta modernização trará como consequências positivas o melhor acompanhamento do tráfego aéreo da região, com a instalação do Sistema Integrado de Gerenciamento e Controle (SGC), que por meio de softwares criam uma rede atualizada e integrada de informações essenciais à segurança de voo, como por exemplo sistemas de vigilância e meteorologia.

Juntamente com o novo radar que será implantado no Aeroporto Governador José Richa, e a ampliação da sala de controle a modernização da Torre de Controle trarão a segurança necessária ao espaço aéreo digno do Norte do Paraná, que a cada dia que passa fica mais movimentado.

Espaço aéreo em Londrina cada vez mais seguro.


quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Azul prepara sua chegada a Londrina.

Segundo informações extraoficiais, o Aeroporto de Londrina, Governador José Richa, recebeu 962.217 passageiros no ano passado, o que representa um aumento de 31,49% em relação ao ano de 2010, quando o aeroporto recebeu 731.774 passageiros.

Segundo o gerente de Operações de Segurança da Infraero em Londrina, Adriano de Melo, o recorde de 2011 será superado neste ano. Pela primeira vez na história, o Aeroporto José Richa vai receber mais de 1 milhão de passageiros em 12 meses. "Nos últimos anos, crescemos acima da média nacional. Com a entrada da Azul, o número de passageiros deve ser alavancado em 2012 e a média de crescimento mantida", avaliou.

A Azul começa a operar em Londrina a partir de fevereiro com três voos para Campinas, onde o passageiro tem a opção de realizar conexões para diversos destinos. "A Azul já impulsionou o crescimento de outros aeroportos para um nível acima da média nacional", informou Adriano de Melo.

Agora é só esperar para ver, se caso como foi dito na reportagem, o Aeroporto de Londrina mantiver o crescimento na casa dos 30%, muito provavelmente que até o fim de 2012 terão passados pelo terminal aéreo londrinense uma quantia próxima de 1.250.000 passageiros, superando as expectativas, mantendo uma média de aproximadamente 100.000 passageiros por mês.

Particularmente, caso isto venha acontecer seria de interesse não da Infraero mas sim de todas as pessoas que utilizam o Aeroporto a necessidade não de uma ampliação do terminal como anteriormente cogitado, mas sim a construção de um novo terminal de passageiros a fim de comportar a demanda no setor aéreo de Londrina e região.


Uma vista que só era tida quando o Azul alternava de MGF agora passará a ser comum no LDB.


Texto: JETSITE e TMA Londrina
Foto: Otávio Pfau

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Aeroporto Internacional de Cargas do Arco Norte do Paraná.

Estamos acostumados com notícias relacionadas somente o Aeroporto Governador José Richa, mas nesta Terça Feira, uma notícia exibida no site da Prefeitura de Londrina, chamou a atenção de um amigo meu que me pediu para fazer esta postagem. Normalmente evito fazer postagens relacionadas ao Aeroporto Internacional de Cargas do Arco Norte do Paraná, pois a maioria delas seriam baseadas simplesmente no "achismo".

Bom, pra quem não conhece, o tal Aeroporto do Arco Norte é basicamente voltado para exportação e importação de cargas das cidades que integram o Arco Norte, são elas as envolvidas neste projeto:

  • Londrina;
  • Rolândia;
  • Arapongas;
  • Assaí;
  • Jataizinho;
  • Ibiporã;
  • Cambé;
  • Apucarana.





Aqui vai trechos da reportagem divulgado pela Prefeitura de Londrina.

"Prefeitos de oito cidades da região norte do Paraná deram um passo importante para a implementação do projeto de desenvolvimento regional, denominado Arco Norte, que tem como âncora o Aeroporto Internacional de Cargas.

'É um dia histórico. Estamos somando esforços para grandes projetos de desenvolvimento econômico, como a vinda da Foxconn para a região e a Sandisk para Londrina', afirmou o prefeito Barbosa Neto. 

O projeto Arco Norte é um Plano Estratégico de Desenvolvimento Regional, que visa elevar o norte do Paraná a um patamar diferenciado de competitividade, proporcionando atração de investimentos públicos e privados em níveis nacional e internacional.  

Ele prevê a integração viária dos oitos municípios, convergindo para o futuro aeroporto de cargas e complexo logístico a ser construído no distrito de São Luiz, em Londrina. Deverão ser abertas e pavimentadas, rodovias de acesso ao futuro Aeroporto Internacional de Cargas, na região sul de Londrina, e a construção de uma ponte sobre o rio Tibagi, no Distrito da Maravilha, ligando a Assaí, pelo Distrito de Pau D’alho.

O Aeroporto Internacional de Cargas será construído em área estratégica, no centro do Mercosul. Em um raio de 1.500 quilômetros haverá acesso às principais cidades da América Latina. É uma área que congrega aproximadamente 200 milhões de consumidores potenciais e tem PIB superior a U$.1 trilhão. Potenciais Parceiros Estratégicos  – DHL – maior operador logístico da atualidade em todo o mundo, Grupo SAMSUNG e ANTONOV.

Em 1º de dezembro de 2009, o prefeito Barbosa Neto já decretou de utilidade pública a área de 5.700 hectares, na região sul, para a implantação do Aeroporto Internacional de Cargas. O aeroporto é um complexo logístico de exportação e importação internacional de cargas de caráter regional. A área foi escolhida como ideal para instalação de Aeroporto de Cargas pelo segundo Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (CINDACTA II), subordinada ao Departamento de Controle de Espaço Aéreo (DECEA).

Participou, também, do encontro de prefeitos para constituição do Consórcio Arco Norte, o deputado federal Nelson Padovani (PSC), que vai apresentar emenda individual ao orçamento da União, na ordem de R$ 2 milhões, para realização do estudo de viabilidade técnica do projeto Arco Norte.

Consórcio intermunicipal Arco Norte:

O Consórcio Arco Norte terá uma composição multissetorial de direito público e de natureza autárquica. Ele será mantido com recursos oriundos dos municípios, de acordo com suas receitas orçamentárias, além de poder firmar convênios e contratos com a iniciativa privada.

Ele se adequa à Lei 11.107 de 2005, pela qual, a União somente celebra convênios com consórcios públicos constituídos sob forma de associação pública. A lei permitirá, também, firmar acordos entre administrações, receber recursos das esferas federal e estadual, bem como de organismos internacionais.

O modelo permite abrir processos de licitação para obras em prol das oito cidades; aumenta os limites de valores das modalidades de licitação para consórcios públicos; dispensa o consórcio de licitação para manter contratos com entes da federação ou entidades de sua administração direta.

O próximo passo, após o protocolo de intenções assinado hoje pelos prefeitos, é aprovar uma lei que ratifica que os municípios possam fazer parte do consórcio."



Agora resta-nos saber, apesar de tanto empenho político, realmente é necessário a construção deste Aeroporto? Talvez estejamos subestimando a nossa região norte ou talvez isso seja um "luxo político". Só saberemos a real necessidade de tal obra após o estudo realizado sobre a "viabilidade técnica do projeto Arco Norte".

Para quem quiser acompanhar uma discussão sobre o tema, no thread Projeto Arco Norte - Londrina.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Movimento mês de Outubro e reformas.

Boas notícias, mais um recorde de movimento do Aeroporto Governador José Richa, Londrina! Segundo dados divulgados hoje pela Infraero, o Aeroporto de Londrina movimentou, só no mês de Outubro, 80.871 passageiros, um crescimento de 20,048% em relação ao mesmo mês no ano passado, onde foram transportados, apenas, 67.365 passageiros. A previsão é de que fechemos com aproximadamente 960.000 passageiros transportados ainda este ano.


E-190 pronto pro "push-back" e acionamento.

"TRIP, autorizada a decolagem pista 'uno três', vento 110º/06 nós após a decolagem chame controle Londrina em 129.70 altímetro 1010".

"GOL taxi autorizado, até o ponto de espera da uno três chame TWR Londrina na mesma frequência".


Quanto as reformas aqui vai uma notícia exibida hoje no Jornal de Londrina.

Obras no aeroporto vão parar no fim do ano

Trabalhos serão suspensos entre 23 de dezembro e 4 de janeiro. Paralisação concilia necessidade técnica para cura da massa asfáltica e período de festas.

18/11/2011 | 00:05 Daniel Costa


As obras no Aeroporto Governador José Richa, em Londrina, serão suspensas no dia 23 de dezembro. O terminal passa por reformas na pista e na parte externa. Os trabalhos devem ser retomados a partir do dia 4 de janeiro. A paralisação também atingirá o Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba.

Segundo o superintendente da Infraero, Marcus Vinícius Pio, a paralisação concilia a necessidade de a massa asfáltica curar, para receber o grooving, que aumenta a aderência e melhora o escoamento da pista em dias de chuva, e o período das festas de fim de ano.

Para os meses de novembro e dezembro, ele projeta que passarão pelo aeroporto 82 mil passageiros por mês. “Até o final do ano esperamos que a reforma do asfalto esteja concluída. Acredito que também as obras na parte externa também estejam prontas.”

Pio informou que a partir de janeiro as restrições para os voos da madrugada terminarão. Desde setembro, a pista do terminal fica fechada das 0h às 6h. Com o bom andamento da reforma do asfalto as restrições para os fins de semana foram retiradas.

Obras:

Além da reforma da pista, o aeroporto passará outras intervenções. A principal obra deve ser a ampliação do saguão. Atualmente, a sala de embarque e desembarque opera com capacidade para até 1 milhão de passageiros. Pio ressaltou que o objetivo é dobrar a capacidade. O ano deve terminar com a média de 952 mil usuários.

A expectativa é que a ampliação do saguão seja entregue juntamente com a ampliação da pista, o que deve ocorrer até 2015. Antes das obras de ampliação da pista, ainda é necessária a conclusão dos processos de desapropriação de áreas pela prefeitura. Pelo cronograma, essa etapa deve ser finalizada até 2012.

Para 2013 está prevista a instalação de um radar para controle da navegação aérea no terminal. Com o equipamento, além do atual sistema de comunicação via rádio com os pilotos, os controladores de voos passarão a visualizar a posição exata das aeronaves no computador. Isso aumentará a segurança de voos.


Fonte:JL