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quarta-feira, 25 de julho de 2018

A primeira operação do Boeing 737 MAX 8 em Londrina

"Boeing 737 MAX 8, PR-XMA, sobre a pista deslocada, momentos antes do toque"

No domingo (22/07) veio a Londrina o novíssimo Boeing 737 MAX 8 da GOL Linhas Aéreas Inteligentes, registrado sob matrícula brasileira PR-XMA (Papa Romeo – X-Ray Mike Alfa), com  menos de um mês em operação na frota da GOL.

"Boeing 737 MAX 8, PR-XMA, sendo batizado na posição 02 do pátio principal"

A chegada da aeronave no Aeroporto Governador José Richa (SBLO/LDB) foi muito aguardada pelos entusiastas e profissionais da aviação na cidade e região. Para receber a aeronave, a INFRAERO Aeroportos (Londrina) promoveu um batismo para marcar o início da operação do modelo da aeronave, o batismo ocorreu na entrada da posição de número 2 do pátio principal.

"MAX 8, PR-XMA, tocando a pista 13 pela primeira vez, em Londrina"

Não foram somente os bombeiros e colaboradores da INFRAERO que se mobilizaram durante a recepção da aeronave, as equipes de solo da GOL e InSOLO Handling, os Controladores de Tráfego Aéreo e a tripulação da aeronave, todos estavam a postos para a chegada do PR-XMA, com o devido cuidado para não atrapalhar as operações.

"Equipe de colaboradores da INSOLO"
O batismo é uma tradição na aviação que celebrar algum fato marcante relacionado a um determinado voo.

"Boeing 737 MAX 8, taxiando para a posição de estacionamento"

BOEING 737 E SUAS GERAÇÕES


O projeto Boeing 737 encontra-se em sua terceira geração de aeronaves, o projeto original, datado em 1964, contemplava uma aeronave de curto alcance, médio porte e equipada com motores a jato, para substituir as aeronaves da linha Boeing 727, que era uma aeronave com alto custo operacional para rotas curtas. Após estudos feitos pela Boeing, a empresa viu que o mercado na época necessitava de uma aeronave para 50 a 60 passageiros para rotas de 50 a 1.000 milhas náuticas (100 a 1.600 km), foram então desenvolvidos os primeiros Boeing 737, variante -100 e -200, posteriormente chamados de Boeing 737 Classic.

"Boeing 737-100 Classic"

A era da primeira geração de aeronaves 737 Classic foi um enorme sucesso, a variante “-200”, versão mais comprida da variante -100, rapidamente se tornou popular, conquistando vários operadores e passageiros da época. No Brasil a aeronave ficou bastante famosa, muitos anos depois de sua entrada no mercado o Boeing 737-200 passou a ser conhecido como “breguinha”, tendo feito parte da Força Aérea Brasileira como aeronave de transporte presidencial. A aeronave era equipada com motores turbofan Pratt & Whitney JT8D-1 de baixa proporção by-pass, motores turbofan derivados dos jato-puros bastante poluentes. A primeira modernização veio com as séries (-300/-400/-500) quando as aeronaves ganharam instrumentação digital, novos motores e asas redesenhadas.

"Boeing 737-200 da VASP no solo de Londrina"

A segunda geração Boeing 737 é a geração NG (Next Generation), contempla as variantes -600/-700/-800/-900. O NG teve uma série de inovações, displays digitais em LCD, novos motores CFM56-7, pacote S.F.P. (Short Field Performance) desenvolvido em parceria entre a GOL e a  fabricante Boeing, para que fosse possível a operação da aeronave em pistas curtas como a pista do aeroporto Santos Dumont no Rio e Congonhas em São Paulo.

"Boeing 737-800(WL) NG SFP, na final da pista 13 em Londrina"

CARACTERÍSTICAS DO BOEING 737 MAX 8


Boeing 737 MAX 8, no box 02, sendo reabastecido para o próximo voo"

Custo operacional*:

  • 8% mais baixo por assento em relação ao concorrente;
  • 13% menor por assento em relação à mais eficiente aeronave de corredor único atualmente, a 737 Next Generation.


Consumo de combustível*:

  • 8% mais baixo por assento em relação ao futuro lançamento do concorrente.


Motor:

  • LEAP-1B da CFM International (otimizado para uso no 737).


Primeira Entrega:

  • 2017.


Interior:

  • MAX 7/8/9 Boeing Sky Interior, o preferido dos  passageiros.


Envergadura:

  • MAX 7 33.6 m;
  • MAX 7/8/9 – 35.9 m.


Comprimento:

  • MAX 8 – 39.5 m;
  • MAX –9 42.1 m.


Altura da cauda:

  • MAX 7/8/9 12.5 m.


Velocidade de cruzeiro:

  • MAX 7/8/9 Mach 0,79.


Comparação** entre o peso máximo de decolagem (PDM) e o alcance máximo do 737 Next Generation e do 737 MAX:



PMD (libras) – Alcance (mn) – Assentos em duas classes:


  • 737-700 – 154.500 (70.080 kg) – 3.400 (6.296 km) – 126
  • 737 MAX 7 – 159.500 (72.374 kg) – 3.800 (7.037 km) – 126
  • 737-800 – 174.200 (79.015 kg) – 3.080 (5.704 km) – 162
  • 737 MAX 8 – 181.200 (82.190 kg) – 3.620 (6.704 km) – 162
  • 737-900ER – 187.700 (85.139 kg) – 3.055 (5.657 km) – 180
  • 737 MAX 9 – 194.700 (88.314 kg) – 3.595 (6.657 km) – 180 


GE/SAFRAN CFM LEAP 1B

"CFM LEAP 1B – Motor nº 2 – Asa direita"

A Safran Aircraft Technologies e a General Eletrics (GE), através da união das empresas, a CFM International, desenvolveram combinando as melhores e mais inovadoras tecnologias, uma poderosa usina de força para equipar as novas versões das aeronaves mais bem sucedidas e famosas das fabricantes Airbus e Boeing na atualidade, os modelos da família A320 Neo e B737 MAX 7/8/9.

O motor LEAP 1B foi desenvolvido especialmente para a família Boeing 737 MAX, para substituir os tradicionais motores CFM56, que equiparam todos os modelos segunda geração da família Boeing 737 NG (Next Generation). O motor unifica tecnologias combinadas para oferecer modernidade e alta perfomance. O novo motor oferece uma grande redução no consumo de combustível de 15% em relação ao poderoso motor CFM56, além de contar com uma reduçao de até 50% na emissão de gases poluentes. Oficialmente, o motor LEAP 1B entrou em serviço em maio de 2017.

Características Técnicas:

Equipa os modelos:

  • Boeing 737 MAX 7;
  • Boeing 737 MAX 8;
  • Boeing 737 MAX 9;


Potência máxima (MSL - Nível Médio do Mar):

  • 28.000 lb/f.


By-Pass (Proporção):

  • 9:1.


Diâmetro do Fan:

  • 69 polegadas (1,75 m).


Número Estágios de Fan/Compressor de baixa-pressão/ Compressor de alta-pressão:

  • 1+3+10;


Número de Estágios da turbina de alta-pressão/turbina de baixa-pressão:

  • 2+5;


NOVOS DYSPLAYS NA CABINE DE COMANDO (Flight-Deck)


O Comandante Éder (foto) mostra os novos displays da aeronave, luminosos e intuitivos, os novos displays integram os sistemas da aeronave, substituindo muitos instrumentos analógicos e até mesmo os digitais do modelo da segunda geração, o NG (Next Generation).

737 MAX AT WINGLETS E O DIFERENTE CONE DE CAUDA


As mudanças na nova aeronave da GOL não se limitaram na motorização e no painel, a nova aeronave conta com os novos Max AT Winglets, que até lembram o Split Scimitar Winglets, mas não são os mesmos! Essas "pontas de asas dobradas" servem para reduzir o arrasto da aeronave ao se deslocar pelo ar, o que reduz o consumo de combustível.

O cone de cauda foi redesenhado para aumentar a aerodinâmica na seção traseira da aeronave, também visando a redução de arrasto e a otimização do consumo de combustível.



AGRADECIMENTOS


Agradecemos especialmente ao nosso amigo Wander Silvio Melo Junior, Gerente IV – Gerência de Gestão Operacional e de Segurança Aeroportuária - LOGP da INFRAERO AEROPORTOS (Londrina) pelo convite para acompanhar a chegada e o batismo da aeronave. Ficamos sempre gratos e felizes por mantermos uma ótima amizade com a administração do aeroporto. Agradecemos também a todos que contribuíram para essa experiência, os Controladores de Tráfego Aéreo, colaboradores da GOL e InSOLO Handling, além dos amigos e grande contribuidores do blog TMA Londrina, Anderson de Oliveira e Rafael Theodoro.

sexta-feira, 28 de abril de 2017

Aeronaves em cruzeiro

Céu claro é sinônimo de bons registros das aeronaves que passam em cruzeiro sobre Londrina e hoje (28/04) duas aeronaves pesadas de grande porte puderam ser vistas e fotografadas A primeira aeronave a passar foi um Boeing 767-300F cargueiro da ex-LAN Cargo Chile, atual LATAM Cargo Chile, que decolou de Curitiba passando no nível de voo 400 ou a 40.000 pés (12.192 metros). Logo após, o Boeing 747-400F da Cargolux também no FL400 passou no mesmo sentido decolado de Curitiba e deixou um rastro de condensação (contrail) bem visível. Por último uma aeronave pequena, mas diferente! O Bombardier CRJ-200 da Amaszonas Paraguay de Asunción para Belo Horizonte, confira: 


"Boeing 767-300F da LATAM Cargo Chile, matrícula CC-CZZ, no FL400 a 396 nós de velocidade"

"Boeing 747-400F da Cargolux, matrícula LX-ECV, no FL400 a 412 nós de velocidade"

"Bombardier CRJ-200 da Amaszonas Paraguay, matrícula ZP-CRN, no FL330 a 450 nós de velocidade"


terça-feira, 25 de abril de 2017

#VoaCanarinho em Maringá

Detalhe do canário na parte traseira.
Na última sexta-feira (21), veio a Maringá a mais nova pintura especial da Gol, o PR-GUK. A aeronave adesivada com o tema ''Voa Canarinho'', em alusão à seleção brasileira de futebol, cumpriu os voos G31150/1155, vindo e indo à Congonhas, em São Paulo.


O dia não amanheceu bonito, logo após os pernoites decolarem ''baixou'' o nevoeiro na região, o que causou o fechamento do aeródromo por ao menos 1 hora. Mas, até o horário da chegada do voo 1150 já havia dissipado um pouco e a visibilidade já era boa, assim então, operando por instrumentos (IFR).


Após realizar o procedimento RNAV para a pista 28, exatamente às 8:30 local o GUK tocava o solo. 
Após o back-track na cabeceira 10, livrando na Alfa
No pátio a aeronave prosseguiu para a posição 3
Após alguns minutos, já como o voo G31155, chamou a torre solicitando o nível 370 para SBSP. Com vento de 180º e intensidade de torno de 5kt, a pista havia mudado para a 10 e a rota autorizada foi a comum para os voos para CGH: SID KOTEG 1A-BRU-UZ42-PUPSI-DCT.

Mais alguns minutos e o 1155 já solicitava o push-back.
Com POB de 141, o GUK iniciava o táxi pela Alfa (A).
Autorizada a decolagem, e às 9:13 o 1155 deixava o solo Maringaense. 




sexta-feira, 31 de março de 2017

Movimento na última manhã de quarta-feira no mês de março

Olá leitores! Tudo bem com vocês?!

Realmente tenho estado animado em registrar o movimento pela manhã no aeroporto, só quem gosta mesmo desse hobby - meio maluco por sinal - entende como é o prazer de fotografar essas máquinas. É como eu disse a um amigo, faço por gosto, não por disputa de melhor foto ou passar raiva com sites que aceitam fotos de aviação com cada pixel editado em uma receita de prato francês, na verdade, há um bom tempo já não mando mais fotografias para esses sites, pois descobri o quanto eles podem lucrar com algo que você faz sem a intenção de monetizar o resultado final.

Acordei pela manhã inspirado em preencher meu álbum com fotografias inéditas das aeronaves de Linha Aérea que ainda estão voando pelas companhias, não que eu goste menos dos outros tipos de "aviação", mas desde pequeno a ideia de uma máquina que transportava muitas pessoas me atraia de uma forma que eu não conseguia explicar. Comecei a gostar de navios, fazia vários desenhos em papel, depois passei a gostar e sonhar em ser maquinista de locomotivas, motorista de ônibus e por fim  a paixão definitiva por aviões. Enfim, voltando ao foco, com as novas funções do aplicativo FlightRadar24, eu tenho uma previsão das aeronaves que irão operar em determinada data e como haviam várias que estavam faltando no álbum, arrumei minha mochila, coloquei meu chapéu de "pedreiro", protetor solar, óculos de sol e rumei em direção ao aeroporto.

Toda vez que vou nos arredores do aeroporto vivo um momento diferente, sempre histórias engraçadas e as vezes um pouco assustadoras. Atenção ao movimento é primordial, afinal o entorno do aeroporto de Londrina é perigoso, há muitos ilícitos em todas as áreas e há um risco real de sempre estarmos expostos a criminosos e pessoas mal-intencionadas. 

"Bonanza G36, matrícula PR-CTP, no ponto de espera da Uno Três em Londrina"

Ao chegar escutei uma aeronave monomotora a pistão e de som muito característico, logo, chutei mentalmente "deve ser um Bonanza" e ao olhar por cima do muro me deparei com essa belíssima máquina que pude registrar, um Bonanza G36, matrícula PR-CTP, que aguardava no ponto de espera a autorização para ingresso e decolagem na pista uno três. 

"Boeing 737-700, matrícula PR-VBX, da GOL ingressando na taxiway Alpha"

Logo após a decolagem do Bonanza, o Boeing 737-700 da GOL, matrícula PR-VBX, solicitou autorização para deixar o solo de Londrina e rumar para a capital paulista, pousando no famigerado Congonhas. O vento estava forte e vinha quase paralelamente no sentido da pista, dando para sentir aquele delicioso aroma de JET A-1, QUEROSENE!! Cheiro de motor a reação!! Foi então, mesmo com a luz ainda desfavorável nessa época do ano, registrei o ingresso do Victor Bravo X-Ray na Taxiway Alpha.

"Cessna 152, PR-ISK, na Alpha e o Boeing 737-700, PR-VBX, decolando da 13"

Na retaguarda do GOL vinha o Cessninha 152 que também exalava um cheiro muito característico ao fazer os check's pré-decolagem na Alpha, o aroma de AVGAS, ou melhor, o cheiro do chumbo na gasolina! O India Sierra Kilo é operado pelo Aeroclube de Londrina e, em minha opinião, é um dos mais belos Cessninhas que esse fantástico centro de formação já operou, porém o ISK ainda perde o posto para o PR-RIR que ficou pouco tempo voando por nossas bandas. Acima, consegui enquadrar o momento em que o 700 da GOL inciava a rolagem para decolar e o laranjinha menor aguardava autorização para ingressar na pista. 

"Embraer-712, ou PA28A, Tupi de matrícula PT-NZU, operado pelo Aeroclube de Itápolis"

Foi então que as aeronaves de "longe" começaram a chegar, já fazendo valer a pena ter pulado cedo da cama para alimentar o vício. Chegando de Itápolis o Tupi, PT-NZU, operado pelo Aeroclube de Itápolis. 

"Cessna 152, PR-ISK, na curtíssima para toque e arremetida"

O "iska" (como costumo chamá-lo) executando toque e arremetida na 13 enquanto o Airbus A319 da LATAM iniciava o procedimento para pouso em Londrina.

"Airbus A319, matrícula PT-TMA, LATAM na curtíssima para pouso na 13"

Estava ajustando o meu rádio quando vi as luzes de pouso e ouvi o som dos motores quando o Airbus A319, matrícula PT-TMA da LATAM surgiu "entre as árvores" no final da pista 13. Quase o perdi, ajustei a câmera e busquei o melhor quadro para registrá-lo.


"Bonanza V35B, matrícula PT-IKN, na curta para pouso na 13"

Após o pouso do Tango Mike Alpha, que executava o voo JJ3762, ouvi pelo rádio a autorização de pouso de mais uma aeronave pouco usual de ouvir a matrícula, "Papa Tango - India Kilo November, autorizado pouso pista 13, vento[...]" já me preparei para localizar a aeronave no viewfinder e descobrir quem era o IKN. E algo me dizia já conhecer essa máquina e imaginei novamente "deve ser um Bonanza", dito e feito, era um Bonanza V35B cauda "V"!! Ele veio em iddle até a curtíssima acelerando majestosamente que até deu para sentir a força do motor Continental IO-520B e seus 285 cavalos. 

"Cessna 152, matrícula PR-ISK, lutando contra o vento na curta final da RWY13"

O Cessna 152, PR-ISK, continuava sua instrução de toque e arremetida, lutando contra o vento que chegou a atingir um pico de 18 nós. 

"Aero Boero AB115, PP-GMR, do Aeroclube de Londrina"

Outra aeronave operada pelo Aeroclube de Londrina, que tem todo um ar clássico/polêmico do passado e toda uma história de formação de pilotos antigos é o Aero Boero AB115. Um dos poucos Boeros que restaram na frota do Aeroclube de Londrina, o PP-GMR registrado acima, em mais um voo de Instrução Aérea. 

"Diamond DA20-C1 Eclipse, matrícula PR-SAO, do Aeroclube de São Paulo"

Após uma breve pausa devido a redução do fluxo de aeronaves pousando e decolando em Londrina, ouvi pelo rádio uma matrícula diferente e que nunca tinha ouvido antes, "Controle Londrina o Papa Romeo - Sierra Alpha Oscar ingressando na perna do vento da pista 13", logo, outra aeronave de instrução que estava ingressando pelo circuito não-padrão foi solicitado pela torre que fizesse um Três Meia Zero - manobra de 360°- para aguardar o sequenciamento. A torre informou o tipo de aeronave, um Delta Victor Dois Zero (DV20) e logo concluí que se tratava de uma máquina que nunca havia registrado e desconhecia totalmente o tipo. Foi então que ela apareceu e lembrei da existência da mesma devido a fotos dos amigos que voaram nela, um Diamond DA20-C1 Eclipse do Aeroclube de São Paulo.

"Diamond do ACSP taxiando para o pátio da geral em Londrina"

Sem dúvidas uma belíssima aeronave! Muito elogiada pelos pilotos e fãs da aviação. Portanto, fiz questão de registrá-la mais de uma vez no solo de Londrina. 

"Embraer 195, PR-AYY, Azul Viagens na curta para pouso na 13"

Outra surpresa boa naquela manhã foi o Embraer 195, matrícula PR-AYY, da Azul com a livery "Azul Viagens" na qual já tive o prazer de voar e ter tido a melhor experiência em voo como passageiro de linha. O azulzinho cumpria o voo AZU/AD 2478 de Curitiba para Cuiabá com escala em Londrina. 

"Diamond do ACSP e seus tripulantes aguardando abastecimento no pátio de Londrina"
Mais uma vez voltei a lente para essa curiosa aeronave, o pessoal do Aeroclube de São Paulo aguardava junto ao fiscal de pátio o atendimento de solo no Aeroporto de Londrina.


"Embraer 195, PR-AYY e Airbus A319, PT-TMA juntos no pátio"

O tempo foi passando até que o Airbus A319, matrícula PT-TMA, solicitou pushback e acionamento no pátio de Londrina com destino a capital paulista, pousando em Congonhas. O AZU/AD 2478 que aguardava a movimentação da aeronave para ingresso em sua posição de estacionamento seguiu na retaguarda do LATAM. Nota-se dois homens da INFRAERO executando reparos nos auxílios de Londrina. 

"Embraer 195, PR-AYY, e o Esquilo AS350, PT-HND, no pátio do aeroporto de Londrina"

Como já era de se esperar, o Saúde, Esquilo AS350, matrícula PT-HND, do Paraná Urgências partiu para mais uma missão de transporte aeromédico. 

Tupi, PT-NUN, do Aeroclube de Itápolis

E mais uma surpresa, dose dupla de Itápolis! O trolador PT-NUN, mas pera aí, por que trolador? Essa aeronave apareceu no FlightRadar24 como um Cessna Grand Caravam, matrícula PT-MEN, muito estranho, mas era ele mesmo um Tupi com Mode-S?! Desconheço se procede, mas apareceu um C208 na final, Curioso. 

"ATR 72-600, PR-ATW, da Azul na curta para pouso na 13"

Para fechar o registro de pousos daquela manhã, apareceu o ATR 72-600, PR-ATW, da Azul que já registrei em vários aeroportos onde estive presente e por isso ele é um dos meus ATR's xodós. 

"Embraer 195, PR-AYY, no ponto de espera da 13"

No horário, o Azul Viagens seguiu taxi para decolar com destino a Cuiabá e na retaguarda o ATR 72-600 da Azul.

"King Air C90, PR-GMU, no ponto de espera nae Alpha" 

Já estava indo embora quando esse King Air C90, matrícula PR-GMU, pediu autorização para voar para Araçatuba no interior do noroeste paulista. Como é uma aeronave que sempre está por aqui em Londrina eu optei por registrá-lo. 

"Tupi, PT-VHV, do Aeroclube de Londrina no Ponto de Espera"

Claro que eu também não deixaria de registrar o nosso tupizinho do Aeroclube de Londrina inciando mais um voo de instrução e encerrando a minha sessão de plane spotting naquela última manhã de março. 

Espero que gostem das fotos, é sempre uma satisfação eternizar um momento ;)