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sexta-feira, 2 de junho de 2017

Últimos registros de maio - PARTE I - Manhã fria de final de outono

Chegamos em Junho, meio de ano, como esse ano está passando rápido, não é verdade? Com a aproximação do Inverno, a luz proveniente do sol refletida na fuselagem das aeronaves fica perfeita para fotografar na praça da cabeceira da pista 13 e para quebrar o desagradável jejum no qual estava passando, sem fotografar por semanas, fui até a THR (cabeceira) 13 registrar o movimento nas manhãs dos dias 29 e 31 de maio, onde registrei "de tudo um pouco", inclusive uma aeronave militar que permaneceu em manutenção por um dia em Londrina e um Airbus A320 da LATAM que fazia um voo de Brasília para Campo Grande e alternou pouso em Londrina devido a um intenso nevoeiro que suspendeu os pousos em SBCG (ICAO do Aeroporto de Campo Grande).

PARTE I - Manhã fria de final de outono (29/05)

"Airbus A319, matrícula PT-TMG, na curta final da pista 13"
A primeira fotografia daquela manhã registrou a passagem do Airbus A319, matrícula PT-TMG, para pouso na pista 13. Era o voo TAM/JJ 3763 vindo de Congonhas na capital paulista. A aeronave havia solicitado ao Controle Londrina a possibilidade de pousar na pista 31, porém devido ao sequenciamento de tráfego foi-lhes negado a autorização e o mesmo aproximou e pousou na 13. 

"Pátio do Aeroporto de Londrina as 09:30 da manhã, ATR 72 da AZUL e A319 da LATAM no pátio"
Logo após o Tango Mike Golf estacionar em sua posição, registrei essa fotografia do pátio de Londrina naquele momento com as duas aeronaves separadas por mais uma posição no Elo. O ATR 72-600, matricula PR-TKI, estava sendo preparado para seguir voo para Curitiba enquanto o pessoal de solo da LATAM preparava a aeronave para efetuar o desembarque dos passageiros de Congonhas. 

"SENECA V na posição Geral sendo preparado para voo"
Enquanto isso, um SENECA V PA-34-220T estava sendo preparado para voo no pátio da aviação geral.
"Beechcraft Bonanza A36, matrícula PR-OSD, taxiando para o Ponto de Espera da RWY13"
Durante um curto período de inatividade, o Bonanza Papá Romeo - Oscar Sierra Delta, já registrado em outras vezes, solicitou taxi para decolagem e prosseguiu até o ponto de espera da RWY13. 

"Beechcraft A36 Bonanza Jaguar Edition, matricula PR-OSD, no Ponto de Espera da RWY13"
O OSD é um Bonanza edição Jaguar e uma bela aeronave que dispõe de um motor Continental IO-550B de 300 hp.

"Baron G58, matrícula PR-JRH, ingressando na RWY13 para decolagem"
Outra bela aeronave com pintura característica da Beechcraft, que registrei naquela manhã, foi o Baron G58, matrícula PR-JRH, bastante comum de ser visto em Londrina, uma curiosidade interessante nele é que a aeronave possui ADS-B, aparecendo no FlightRadar 24. 

"Piper Seneca V, matrícula PR-AKK, ingressando na pista 13 para decolagem"
Mais uma aeronave da geral registrada naquela manhã foi o Papá Romeo - Alpha Kilo Kilo, um Seneca V da Piper. 

Nesse meio tempo tive uma surpresa muito boa na praça da 13, um senhor estacionou seu carro próximo de onde eu estava e foi passear com uma cachorrinha, um pouco desconfiado com a minha presença, porém ao me ver fotografando, ele me perguntou se eu estava lá para fotografar as máquinas e logo puxou conversa, contando suas décadas trabalhando na aviação e os 20 anos em que trabalhou como mecânico de aeronaves no Aeroporto de Londrina, inclusive os quatro acidentes que ele sofreu trabalhando em Mato Grosso no garimpo! Fantásticas histórias contadas pelo Senhor Ivo, as quais me fizeram esquecer de fotografar com muito gosto. 

"Embraer 195, matrícula PR-AUJ, na final da RWY13"
A terceira aeronave de linha aérea que registrei naquela manhã foi o Embraer 195, matrícula PR-AUJ, da Azul nomeado "Cmte. Omar Fontana, Pioneiro da Aviação", cumprindo o voo AZU/AD 2478 proveniente de Curitiba para Londrina com destino final a Cuiabá. 

"ATR 72-600, matrícula PR-TKI, finalizando o pushback e acionamento"
O ATR 72-600, matrícula PR-TKI, da Azul finalizou seu pushback e acionamento após o pouso do Alpha Uniforme Juliet. 

"ATR 72-600, matrícula PR-TKI, da Azul Linhas Aéreas ingressando na pista 13"
O AT72, Tango Kilo India, após rápido acionamento já recebeu autorização para prosseguir taxi e alinhar na cabeceira da pista 13 quando o registrei na foto acima. 

"ATR 72-600, matrícula PR-ATU, sobre a praça da cabeceira 13"
Para pouso veio o ATR 72-600, matrícula PR-ATU nomeado de "Azul Anil", da Azul no voo AZU/AD 9212 procedente de Viracopos. 

"ATR 72-600, matrícula PR-ATU, taxiando para a posição de estacionamento no pátio"
Para finalizar essa parte da publicação, deixo essa foto do ATR 72-600, matrícula PR-ATU, taxiando para a posição de número 05 do pátio de Londrina.

Até a PARTE II!!

segunda-feira, 27 de março de 2017

Movimento na manhã da penúltima sexta-feira de Março

Há muito tempo que eu não frequentava a pracinha da cabeceira 13 para fotografas as máquinas, acordei cedo e me bateu aquela vontade de tirar a poeira do equipamento desde quando o horário de verão acabou. Apesar de não "fritar" alguma pintura ou aeronave diferente, teve de tudo um pouco e duas asas rotativas diferentes executando o mesmo serviço: Aeromédico. Confira as fotos:
"Esquilo AS350 do Paraná Urgências ou conhecido como Helicóptero do SAMU decolando para Tamarana"

"Boeing B737-800, PR-GUI- equipado com os novos Split Scimitar Winglet's"

"Bonanza de matrícula PT-WBN fez o procedimento ARCO DME para pouso na 13"

"Cessa 150, PR-BLO, do Aeroclube de Londrina regressando de mais um voo de treinamento"

"Aero Boero AB115, PP-GMR, do Aeroclube de Londrina em TGL na RWY13"

"Lear Jet 45, matrícula PR-LEB, da Helisul Taxi Aéreo"

"Pátio da Aviação Geral com 3 aeronaves, 1 Bonanza, 1 Cirrus e 1 King Air B200

"Airbus A320, matrícula PT-MZU, já sem os adesivos RIO 2016 na curtíssima para pouso"

"Embraer 195, PR-AXA, adesivado Mentos, batizado de Azul Safira"

"Baron 58 Jaguar Edition, PR-SZN, no Ponto de Espera da RWY13"

"Eurocopter EC130, PR-HBZ, do Governo do Paraná em missão Aeromédico, decolou como SAUDE 04"

"Embraer 195, PR-AXA, Azul Safira taxiando para sua posição de estacionamento"

"ATR 72-600, PR-TKM, na curtíssima para pouso na RWY13"

"Cessna 150, PR-BLO, no Ponto de Espera aguardando aeronave livrar a pista"

"Cessna 152, PR-NYC, do Aeroclube de Ponta Grossa na curtíssima para pouso na RWY13"

É isso ai, até uma próxima!! :]

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Anoitecer no Aeroporto de Londrina

Nos últimos meses aprendi a gostar mais ainda de fotografar no final de tarde e início da noite. Não sei explicar bem o por quê que as fotografias saem com uma magia a mais e o resultado quando assertivo chega a encher os olhos. Confira:

"Airbus A320, matrícula PR-MHX da LATAM, taxiando para decolagem na RWY31"

"Boeing 737-800, matrícula PR-GTG da GOL, taxiando para decolagem na RWY31"

"Cessna 152, PR-ISK do Aeroclube de Londrina, tocando e arremetendo na RWY31"

Embraer 195, matrícula PR-AYX da AZUL, taxiando para a RWY31"

"Embraer Legacy IU-50 do GEIV aferindo o VOR Londrina"

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

EAB 2016 - Operações Aéreas

A 19ª edição da EAB Air Show ocorreu entre os dias 21 a 25 de Outubro de 2016

NA T6 - PR-TIK e o PR-ATB ao fundo
     Ao me voluntariar para participar da equipe organizadora da EAB (Expo Aero Brasil) Air Show 2016, eu não tinha a mínima ideia da experiência e dos aprendizados que levaria para casa no final do evento. Tudo começou alguns meses antes do evento quando meu coordenador de pós-graduação estava recrutando alguns voluntários para participar da feira, vi ali a oportunidade de me motivar novamente na aviação, pois como todos sabem estamos passando por uma forte crise econômica que afeta diretamente o mercado da aviação provocando a estagnação de todos os novos e recém formados da área, seja em solo ou no ar, todos estão com muita dificuldade para entrar no mercado de trabalho.

Kodiak 100, PR-KDK, um dos astros da feira
     Eu já conhecia a Expo Aero, fui em alguns eventos e no último, em 2015, ao ver meus queridos amigos trabalhando como voluntários criei uma meta: “ano que vem vou me voluntariar”. Dito e feito, consegui entrar para o time! Estava muito feliz, finalmente eu faria algo proveitoso e, mesmo sendo um trabalho voluntário, receberia muito conhecimento e experiência em troca do meu suor e energia. 

     De início o pensamento estava focado na correria que seria para participar da feira, pois todos os dias teríamos que ir e voltar de Maringá para Londrina em um ônibus fretado pela UNOPAR. Acredite, isso foi a coisa mais irrelevante no final, pois com os dias trabalhados esse cansaço seria sobreposto pela satisfação em ser útil. 
   
     Éramos um grupo não muito grande de voluntários, alguns com muita experiência na área e outros com pouca ou quase nenhuma. Eu estava no meio termo, afinal 5 anos estudando aviação, muitos outros na simulação e o contato físico com as máquinas te ensina como tocar em uma aeronave sem danificá-la ou por outras pessoas em risco. 

Pilatus PC-12
     Desde o início o meu foco era atuar na área de Operações Aéreas para ter um contato a mais com as aeronaves e adquirir mais conhecimento prático ao lidar com máquinas caríssimas e perigosas. No primeiro dia eu já passei um susto, quase fiquei de fora da equipe de Operações Aéreas, se não fosse o meu pedido a querida “Chefa” para participar dessa equipe, já que todos os requisitos batiam comigo como ter força física, aguentar o sol, não ser “reclamão” e a capacidade de receber ordens sem titubear. 

Pátio da feira
     Dentro da equipe de Operações Aéreas eu estava muito feliz e continuei então com a meta de trabalhar todos os dias com um sorriso no rosto e dar o melhor de mim no que fosse preciso. Logo no primeiro e segundo dia a equipe recebeu instruções, treinamentos e começamos então a nos conhecer melhor, o que gerou elos mais fortes entre os membros, e passamos a viver o lema dos mosqueteiros “um por todos e todos por um”. 

     Fomos uma equipe bem versátil e unida, revezávamos e cada um fazia um pouco do trabalho do outro para todos terem a mesma oportunidade de aprender com tudo o que acontecia ao nosso redor. Foram dias maravilhosos, tínhamos os melhores “chefes” que poderíamos ter naquele momento, sempre motivados, precisos e amigos. Creio que, no geral, não os decepcionamos, fizemos nosso trabalho com sorriso no rosto, com braços prontos para puxar/empurrar aeronaves e manter seguro as instalações e a proximidade do público com as aeronaves em movimento. 

Efetuando mais um balizamento para ingresso na feira
     Uma das funções mais almejadas por mim dentro das Operações era o balizamento das aeronaves, receber uma aeronave acionada, instruir o comandante a parar no lugar certo para cortar os motores e seguirmos em escolta até o destino final da aeronave. Alguns dias se passaram até eu conseguir balizar uma aeronave, e, digamos “que Aeronave, hein?”, foi um King Air B200, uma das máquinas que mais admiro na aviação. 
   
     Na função de balizador eu não sabia qual seria o tipo de aeronave que iria balizar, somente tinha a escuta do Solo Maringá dando instruções para a aeronave e meus “chefes” ao lado confirmando a vinda da mesma e supervisionando o meu trabalho. Foi então que o “Kingão” surgiu na taxiway e meu coração disparou com o pensamento “Cara, vou balizar um B200”... Pode parecer bobo, mas estar frente aquela máquina com raquetes sinalizadoras é uma emoção e tanto. O ápice da emoção foi quando fiz sinal a ela reduzir e parar totalmente quando os motores Pratt & Whitney PT6 deram o último rugido para a parada total e assim que as hélices pararam de girar me senti realizado e orgulhoso de ter feito aquele pequeno serviço de maneira satisfatória. Porém, como não era tolerado qualquer distração, não foi possível  alguém registrar meu primeiro balizamento. 

Cessna C510 Mustang, "Quente" PR-HOT
     Durante todos os dias da feira até Sábado, enfrentamos temperatura alta e sol muito forte. Estávamos devidamente preparados para enfrentar esse clima, pois as instruções foram claras para nos cuidarmos. No Sábado passamos pela prova de fogo, uma movimentação altíssima de aeronaves chegando e saindo, não tínhamos descanso, não tínhamos tempo para ficar cansados, apenas fazíamos o trabalho com honra de estarmos ali. Como era esperado, além do grande fluxo de aeronaves estávamos lidando com um grande fluxo de pessoas chegando na feira.

     Já ia me esquecendo de narrar o primeiro contato com uma “peça de museu que voa” na qual tivemos o privilégio de cuidar e tocar. O grande NA T6 de Tike Bazaia, astro daqueles dias, todos queriam ver a grande aeronave treinadora que fez parte da história da aviação mundial e ainda nas cores originais da marinha americana. Além do lindo Extra 300 do filho de Tike, Beto Bazaia, o RV8 do CMTE Arnaldo Ferrari e o Extra 230 de Luiz Dell’Aglio, que marcaria nossas almas e corações para sempre. 

Meu último registro fotográfico do PT-ZUN de Luiz Dell'Aglio
     No início da tarde de Sábado recebemos ordens para trazer as aeronaves acrobatas para perto de nosso “Q.G” (Quartel General), onde ficávamos para anteder as aeronaves que chegavam ou partiam da feira. Fomos então mandados ao hangar onde estavam 3 aeronaves que se apresentariam durante a tarde. Foi lá que tive um dos últimos contatos com o Extra 230, PT-ZUN, me impressionava a leveza que aquela aeronave tinha ao tocar em sua asa e ver seu deslocamento apenas com um pouco do peso de minha mão. 

     Quando as aeronaves já estavam posicionadas no quadrante próximo ao nosso “Q.G” eu registrei a última foto do PT-ZUN que logo sairia para apresentar seu show aéreo. Todos estavam felizes, todos animados, tudo estava completamente normal, todos conversando, rindo e ansiosos para as apresentações que estavam programadas. Fui transferido de função e tive que ajudar a ordenar o fluxo de carros na rodovia que da entrada para o aeroporto, feira ou retorno para a cidade de Maringá. 
          
Esquadrilha da Fumaça no pátio de Maringá
           Lembro-me da chegada tão acalorada da Esquadrilha da Fumaça e seus Super Tucanos A-29, eu estava bravo pela quantidade de mosquitos que me acharam um alvo fácil para se alimentarem e somente por algumas vezes eu olhava para o céu para ver as manobras de uma pequena aeronave. Não sabia que era o Extra 230 do Dell, parecia tudo normal e em uma última manobra não vi mais a aeronave. Como estávamos em um terreno mais baixo que o aeroporto, era de se esperar que aeronave teria se recuperado da manobra e efetuado um pouso. Não chegou a passar pela minha cabeça que aquele acontecido triste acabara de ocorrer na nossa frente. 

      Recebemos ordens de abandonar nossa função e retornar para a feira, ao voltar, percebi uma pequena correria dos membros organizadores e vi algumas pessoas chorando, apreensivas e com olhar vazio, alguma coisa aconteceu... 

      Fui informado então que uma aeronave acabara de se acidentar, a mesma estava se apresentando ao público e ao saber que era o Extra 230 do CMTE Dell’Aglio rapidamente a emoção veio em cheio transbordando pelos olhos, somando a energia tensa que acabara dominando o local, porém não poderia desanimar em um momento tão crucial, continuei meu trabalho de cabeça erguida, embora abalado e em um estado de choque pelo ocorrido, estava disposto a garantir a segurança da feira e dar forças a quem precisasse naquele momento. 

     Tudo foi passando como um filme na cabeça, a imagem do Dell feliz com os outros comandantes não saia da cabeça e toda hora reflexões vinham em mente sobre a fragilidade da vida, era algo impossível de não pensar naquele momento. Foi impossível não ficar abalado naquela situação, dávamos forças uns aos outros, aguentamos firmes e garantimos a segurança do evento em pleno código vermelho. 

     O momento mais triste daquela fatídica tarde foi, devido a rapidez das informações, ter recebidos fotos do local da queda e dos destroços. Vimos naquelas imagens o pior, a perda de alguém que por amor partiu para o plano superior fazendo o que mais gostava. A dor foi grande e atingiu em cheio nossos corações, pois espelhávamos o acontecido em nós mesmos e em nossos familiares que sempre se preocuparam no perigo das atividades aéreas nos alertando sobre a fragilidade da vida. Em um momento estamos bem, felizes, fazendo o que mais gostamos e em outro deixamos essa vida para os braços de Deus. O melhor que podíamos fazer naquele momento era orar pelo Dell e garantir a segurança das Operações, foi o que fizemos. 

     No Domingo, último dia de Operações, abaixamos as bandeiras a meio mastro e seguimos para nossas funções como mais um dia normal, ou pelo menos próximo disso, fizemos o máximo possível para que continuássemos atuando apesar do luto que estávamos sentindo. Olhei para o céu e vi a beleza que fazia, um sol tímido entre nuvens que mais cedo provocaram um leve e passageiro chuvisco, foi nesse momento que fiz mais uma prece a Ele por estar ali com saúde e disposição para mais um dia de trabalho. 

     Recebemos o filho do Dell, prestamos homenagens a família e  transmitimos forças devido à perda de um pai querido como era por todos. 

     Acho que não conseguiríamos ter forças se não fosse o nosso querido locutor Vadico que mesmo sentindo a perda de um grande amigo colocou ótimas músicas que ao longo daquele domingo foi nos motivando a continuar nosso trabalho de cabeça erguida e novamente com disposição. Afinal, era o nosso último dia, não sabemos se ano que vem nos reencontraremos e assim fizemos nosso trabalho até a finalização com uma linda homenagem da Esquadrilha da Fumaça ao amigo Dell.

Super Tucano A-29 nº 6 da Esquadrilha da Fumaça
     O movimento então foi se dispersando até concluirmos a nossa participação na feira, claro, tiramos muitas fotos, muitas recordações boas ficaram gravadas em nossa mente. Sinto ao escrever isso uma enorme saudade de todos os dias que trabalhei nas Operações Aéreas da EAB 2016, com um misto de satisfação e honra por ter vestido aquela camiseta vermelha. 

     Agradeço imensamente a todos que passaram pelo meu caminho naqueles dias de feira, todas as novas amizades e os novos ensinamentos. Vivemos dias extremos de alegria e tristeza, derramamos nosso suor em troca de toda experiência e aprendizado único que poucas pessoas tem o privilégio de ter. O que fica aqui no peito é a saudade dos amigos, do trabalho e também a certeza que nos próximos anos, se Ele permitir, estarei novamente na equipe com um grande sorriso no rosto para ajudar no que for possível. 

Vídeo Bônus: EAB 2016 - Operações Aéreas


OPERAÇÕES AÉREAS EAB 2016!!!
Por Fábio Faria, o "Miudinho".

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Uma tarde de ventania e pouco movimento


Olá, caros leitores do TMA Londrina;

      Como muitos observaram nós reduzimos drasticamente nossa quantidade de publicações nas ultimas semanas. Isso acontece devido a falta de tempo que nossa equipe está tendo para registrar as aeronaves na região da TMA Londrina e também devido a poucas contribuições enviadas a nós. Porém não ficamos totalmente parados e nessa última segunda-feira registrei o movimento da tarde no aeroporto de Londrina. 

        Devido a um forte ciclone extratropical, atuando na costa sul do Brasil, os ventos em Londrina ficaram de moderada a forte intensidade chegando alguns momentos a registrar rajadas de 35 nós, 65 km/h, além de uma visibilidade horizontal ruim devido a poeira no ar. As operações estavam favoráveis à pista 31 naquela tarde, não havia luz suficiente para as fotografias saírem boas, uma camada de nuvens altas ocultavam parcialmente o sol e muita poeira no ar dificultava a visão das aeronaves em voo. Em um pico mais forte de ventania foi reportado 41 nós, 76 km/h, pelo Boeing 737-800 da GOL na aproximação final para a pista 31, confiram as fotos:


"O Boeing 737-800 da GOL, PR-GXQ, reportou vento de 41 nós na final da pista 31"

"Cessna 525 Citation Jet argentino, LV-CKT, taxiando para a cabeceira da 31 e máquinas na esquerda da pista"

"Após o embarque o X-Ray Quebec seguiu para Guarulhos com 136 pessoas a bordo"

"O ATR 72-600, PR-AQS, da AZUL também enfrentou a ventania para pousar na pista 31"

" O 'Lindo Voo Azul" decolou para Curitiba da RWY31"


"Um pouco mais tarde foi a vez do Airbus A320, PR-MYQ, enfrentar a ventania"


"O MYQ cumpria o voo JJ9013 com destino a Guarulhos que logo mais a Latam deixará de oferecer esse destino partindo de Londrina".
É isso ai, o movimento foi fraco... Nem passarinho estava arriscando alçar voo naquela tarde. 

sexta-feira, 24 de junho de 2016

A primeira manhã do inverno no Aeroporto de Londrina

Olá, pessoal!

Por ocupação pessoal acabei ficando um bom tempo sem fotografar as aeronaves de perto e também nas redondezas do Aeroporto de Londrina, porém esse período foi quebrado quando acompanhei um amigo em seu voo de recheck na última terça-feira (21/06) e aproveitei para registrar o movimento na primeira manhã do solstício de inverno. A qualidade não ficou lá aquelas coisas, mas sempre o que vale é o registro, não?!
 
Embraer 195, PR-AYR, na final da 13 em Londrina

Piper Twin Comanche, PT-DIS, Preto e Branco no pátio do Aeroclube de Londrina

PA-30 Acionado no pátio do Aeroclube de Londrina

Aero Boero AB-115, PP-GBC, do Aeroclube Regional de Maringá

Cessna C-152, PR-ISK, do Aeroclube de Londrina

Saguão do Aeroporto de Londrina

Delta India Sierra regressando ao pátio do Aeroclube de Londrina

Embraer 195, PR-AYR, inciando a decolagem na pista 13

ATR 72-600, PR-TKJ, após pouso na pista 13

King Air C90 da UNIMED decolando da pista 13

Boeing 737-8EH, PR-GGO, GOL decolando da pista 13

Espero que gostem, até uma próxima!!