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quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Desapropriações da face Norte depende de vinda de Engenheiro

A desapropriação da face Norte do Aeroporto de Londrina depende da vinda do Engenheiro da Secretaria Estadual de Infraestrutura e Logística. A falta deste laudo impede a prefeitura de pedir mais dinheiro ao estado, afim de ampliar o aeroporto. O município espera a vinda deste engenheiro desde outubro do ano passado, quando se pararam as negociações por falta de verbas. 

O presidente da Codel justificou a demora porque a Secretaria de Infraestrutura só tem um profissional do tipo para atender todo o estado. Segundo Bruno Veronesi foi prometido a vinda do engenheiro o mais rápido possível. O Governo do Estado prometeu liberar 27 milões de reais para as desapropriações, desse montante, município utilizou 16 milhões para a desapropriação da face Sul e precisa dos 11 milhões restantes serão utilizados para o início das desapropriações da face norte. 

No final do mês, a Codel fará uma reunião com a Infraero para dar início as obras do muro do aeroporto, diminuindo em 50% os cancelamentos devido a problemas meteorológicos e possibilitando as decolagens sem teto requerido.

Com o muro construído, haverá 50% menos cancelamento
Ouça a entrevista completa em: CBN Londrina

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Obra de desvio da coletora de água do Rio Tibagi e desapropriações na Av. Salgado Filho

Para a modernização do Aeroporto Governador José Richa, instalação do ILS, ampliação da pista, deslocamento da Seção Contra Incêndio e instalação do D-VOR foi necessário por parte da Sanepar, o desvio das coletoras do Rio Tibagi.

As obras da Sanepar estão dentro do cronograma
Após o desvio será realizado o cercamento da área
Em alguns locais da via foi colocado uma espécie de cerca para proteção
Restos de construções ainda aguardam a demolição
Em alguns pontos já não sobrou praticamente nada
Parte dos entulhos ainda não foram retirados
As construções com os dias contados
Entulhos não recolhidos ainda
Local onde provavelmente será instalado o D-VOR

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Prefeitura pretende diminuir a área de desapropriações entorno do Aeroporto

Por falta de recursos, a Prefeitura do Município de Londrina pretende diminuir as desapropriações entorno do Aeroporto Governador José Richa. De toda a verba liberada pelo Governo Estadual, restaram-se 11 milhões de reais para desapropriar a face norte do aeroporto.

A faixa marrom norte, uma pequena área a ser desapropriada
A parte norte seria desapropriada para a construção de uma nova taxiway, mais afastada da pista, para permitir as operações de taxi durante os pousos por ILS. Pela proximidade da taxiway Echo com o local onde será instalado o equipamento, as aeronaves poderiam interferir nas ondas emitidas e por causa disso teriam que aguardar o pouso para poder taxiar.

Em roxo as futuras vias que circulariam o perímetro aeroportuário
Inicialmente será focado na faixa marrom, mais próxima do aeroporto, após seria desapropriado a faixa azul e então o início das obras para a construção da nova pista de taxi. Com os 11 milhões restantes, seria possível apenas a desapropriação dos imóveis da faixa marrom.
Sem a nova taxiway, as operações de pouso e decolagem tornariam menos eficazes
Fontes das imagens: Prefeitura de Londrina, Plano Diretor Participativo

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Desapropriações seguem a pleno vapor!

Em aproximadamente 3 meses a professora Daniela Cesar vai sair da casa onde viveu os últimos 18 anos de sua vida para que o Aeroporto Governador José Richa, em Londrina, seja ampliado. Apesar da mudança, ela está feliz da vida: vai receber R$ 190 mil pela casa de 90 metros quadrados, construída num terreno de 420 metros na Avenida Salgado Filho.

Assim como ela outros 44 proprietários de casas e terrenos no lado sul do aeroporto, grande parte na Salgado Filho, participarão de audiências pré-processuais de conciliação na Justiça Federal entre os dias 14 e 17 para entregar oficialmente os terrenos para a União.

Conforme Daniela e outros moradores da região que conversaram com a FOLHA, praticamente todos os proprietários estão satisfeitos com o valor que receberão pela desapropriação. ''A melhor coisa é sair daqui. Não ouvi ninguém falar que ficou abaixo'', comentou a professora. Ela faz parte da comissão dos moradores e foi comunicada há cerca de 15 dias do valor que será pago pelo imóvel.

De acordo com o economista Rubens Bento, da comissão de avaliação de imóveis do Instituto de Desenvolvimento de Londrina (Codel), essa é a primeira fase da desapropriação. No total, 103 casas, uma escola e 44 lotes devem ser desapropriados, tanto no lado sul quanto no lado norte.

Bento acredita que não vai haver problemas durante as audiências na próxima semana. ''Já discutimos a questão com os proprietários antes e todos pareceram aceitar a situação.''

O prazo para o município concluir a desapropriação, conforme planejamento inicial, acaba em 31 de dezembro. ''Até junho deve fechar o lado sul e teremos todo o segundo semestre para tratar do lado norte.'' Caso haja atraso nas desapropriações, o economista da Codel explica que a consequência imediata é ''atraso nas obras da Infraero no aeroporto''.

A Infraero anunciou no ano passado investimento de R$ 70 milhões até 2015 para ampliação e modernização do Aeroporto de Londrina, como, por exemplo, a instalação do ILS, equipamento que facilita o pouso em condições de baixa visibilidade. Até o momento já foi feito recape da pista, ao custo de R$ 7 milhões.

Fonte: Folha Web

Até o fim do ano é previsto a conclusão das desapropriações.

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Para ampliar Aeroporto de Londrina, 150 imóveis serão desapropriados.

Prefeitura vai receber de início mais de R$ 9 mi para desapropriar 44 imóveis.
Moradores dizem que vão colaborar mas querem preço justo pelas casas.


A Prefeitura de Londrina vai receber R$ 9.700.000,00 do Estado para investir no Aeroporto Governador José Richa. A prioridade no momento é desapropriar as casas que ficam em volta no aeroporto, para que a pista possa ser ampliada.

O valor repassado será aplicado na desapropriação de 44 casas que ficam na face sul do aeroporto, que abrange a Avenida Salgado Filho. Na próxima semana, os moradores devem ser convocados para audiências na Justiça Federal para receberem as propostas.

“Até hoje nós não sabemos o valor da avaliação que foi feita. Então, estamos amarrados sem poder fazer nada, sem poder procurar outro imóvel para comprar”, disse Eli Aleixo, que mora próximo do aeroporto há mais de 30 anos.

Se os proprietários concordarem com os valores dos imóveis a prefeitura faz o depósito e tem um prazo para a desapropriação. Os moradores das proximidades dizem que estão dispostos a colaborar, mas querem um preço justo pelos imóveis.

De toda essa área a ser desapropriada, a parte Sul será a primeira a ser contemplada.

O município espera receber até o fim deste mês mais R$ 6.000.000,00 para desapropriar outros seis imóveis. Incluindo uma escola, que é o maior empecilho para as obras de ampliação. Ao todo, 150 imóveis terão que ser desapropriados. Assim, ainda vão faltar outros 100 imóveis na face norte, mas as avaliações destes precisam ser refeitas.

“A Infraero já vai providenciar o cercamento, a retirada dos obstáculos, e aí a gente já pode pedir a decolagem sem teto requerido. Que é um procedimento mesmo com o teto baixo que autoriza as aeronaves decolarem”, comentou o superintende da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) Marcos Pio.


Fonte: G1

domingo, 16 de outubro de 2011

Desapropriações.

Recentemente, entrei em contato com o prefeito de Londrina via o site da prefeitura, para saber em que pé está a desapropriação da área entorno do Aeroporto Governador José Richa, Londrina. Com uma resposta pronta, o prefeito de Londrina, Barbosa Neto me "disse" que repassaria a pergunta para o então presidente da Codel, Mário Kumagai.

Recebido a resposta do presidente da Codel, este sim não me respondeu com uma resposta pronta, afirmou que o processo foi dividido em duas etapas e que o Governo do Estado do Paraná e o Município de Londrina em convênio contrataram dois Engenheiros avaliadores para avaliação dos terrenos que serão desapropriado a fim de haver a ampliação da pista e instalação futura do ILS CAT I.

Na primeira etapa, serão avaliados os imóveis do Lado Sul da pista, ao todo são sessenta e seis imóveis, o que segundo ele deverá acontecer a partir desta semana (e-mail recebido dia 10/10/2011). Após a avaliação, será firmado um novo convênio com o Estado do Paraná para a liberação da primeira parcela de recurso, visando o pagamento das desapropriações.

Cada dia que passa ficamos na expectativa de que esta novela chegue o mais perto do fim possível, afinal não queremos mais que o Aeroporto de Londrina fique mais um dia inteiro fechado devido as condições climáticas o que com um simples ILS seria evitado. Prezamos também que todos os órgãos públicos sejam transparentes quanto ao dinheiro gasto com estas obras.