"TABELA 1: Operações totais previstas em SBLO/LDB".
Junho já está chegando e a previsão de voos comerciais para o Aeroporto Governador José Richa, em Londrina, SBLO/LDB, indica um cenário de estabilidade operacional em relação ao mês de maio. De acordo com os dados previstos de operações regulares de linha aérea, o aeroporto deve registrar pequena variação positiva no total de movimentos, considerando pousos e decolagens programados.
Em maio, a programação consolidada indicava 274 chegadas e 274 partidas, totalizando 548 movimentos comerciais. Para junho, a previsão aponta 275 chegadas e 276 partidas, resultando em 551 movimentos, ou seja, apenas três operações a mais em relação ao mês anterior. Na prática, os números demonstram manutenção da malha aérea regular, sem expansão expressiva no volume total de voos.
| "TABELA 2: Movimentos por companhias aéreas em SBLO/LDB". |
Na distribuição por companhia aérea, a Azul aparece com leve crescimento, passando de 194 movimentos em maio para 200 em junho. A LATAM também apresenta aumento, saindo de 242 para 248 movimentos previstos. Já a GOL registra redução no comparativo mensal, com queda de 112 movimentos em maio para 103 em junho.
A composição da frota prevista para junho também chama atenção. A programação indica 16 frequências com Airbus A319, 95 com Airbus A320 e 13 com Airbus A321. A presença do A321 representa um ponto relevante, pois se trata de uma aeronave de maior capacidade em relação ao A320, podendo ampliar a oferta de assentos em determinadas frequências, mesmo sem aumento expressivo no número total de voos.
"TABELA 3: Frequência por tipo de aeronave em SBLO/LDB".
Na operação regional, o ATR 72-600 permanece como o equipamento mais frequente, com 100 frequências previstas. Pela GOL, a programação aponta 13 frequências com Boeing 737 MAX 8, 17 com Boeing 737-700 e 21 com Boeing 737-800. Outro dado relevante é a ausência de frequências previstas com aeronaves Embraer E1 e E2, mantendo Londrina, neste levantamento, sem operações regulares programadas com jatos da fabricante brasileira.
Em relação às aeronaves, faz-se necessário lembrar que as companhias aéreas podem alterar o equipamento previsto para a rota a qualquer momento, seja para atender a uma demanda urgente, ajustar a disponibilidade de frota, acomodar manutenção, reorganizar a malha ou até reduzir o número de assentos disponíveis. Portanto, a aeronave programada deve ser compreendida como previsão operacional, não como garantia absoluta de equipamento.
Em síntese, junho não apresenta uma expansão quantitativa significativa da malha aérea em Londrina, mas revela uma composição operacional interessante. O aeroporto mantém volume semelhante ao de maio, com crescimento discreto de Azul e LATAM, redução da GOL e presença prevista do Airbus A321, equipamento que amplia a capacidade potencial em algumas operações.
Os dados reforçam que a análise da malha aérea não deve considerar apenas o número de voos, mas também a distribuição por companhia, o tipo de aeronave empregado e a capacidade ofertada em cada frequência. Nesse contexto, junho tende a ser um mês de continuidade operacional, com ajustes pontuais na oferta e na composição da frota prevista para o Aeroporto de Londrina.
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